Como Criar Crianças de Sucesso (Parte 3 de 3)

Uma segunda descoberta muito importante obtida pelo Harvard Grant Study dizia que a felicidade na vida vem do amor a outros serem humanos. A infância deve ensinar as crianças como amar e elas não podem amar aos outros se primeiro não amarem a si mesmas. E ainda vamos além, elas não amarão a si mesmas se nós adultos não lhes oferecermos amor incondicional.

Assim, sempre que nos depararmos com a criança após não tê-la visto por algumas horas, vamos deixar a tecnologia de lado e olhar para ela, deixando que perceba a nossa alegria em vê-la. É importante mostrarmos interesse naquilo que diz respeito a ela. Quando perguntarmos qual foi a melhor parte do dia, por exemplo, e ela responde o lanche, é fundamental que mostremos nosso interesse por esse momento que despertou o seu interesse. Eles tem que saber que são importantes para nós como seres humanos e não apenas pelo seu desempenho. Felizmente, a verdade é que não é necessário frequentar as universidades mais concorridas para ser feliz e bem sucedido na vida. As evidências estão em vários lugares e bem próximas de nós.

Quando chegar a hora de ir à universidade, qualquer que seja ela, caso o jovem não tenha tido a obrigatoriedade de cumprir durante a infância todas as atividades tiranicamente listadas como essenciais para o seu “sucesso”, o jovem terá conquistado aquele passo por vontade própria e utilizando seu próprio combustível, através de seu próprio desejo, estando capacitado e pronto para enfrentar aquela nova etapa de sua vida.

As crianças não são bonsais nas quais podemos podar, ajeitar e conduzi-las de acordo com as nossas preferências e conceitos de perfeição. Crianças são flores selvagens de uma espécie incomum.

É o nosso papel fornecer às crianças um ambiente nutritivo, fortalece-las através de tarefas rotineiras e amá-las de forma que elas amem e sejam amadas.

Nosso papel não é transforma-las naquilo que queremos que elas sejam e sim no melhor daquilo que elas querem ser.




Leave a reply